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Cuidar da equipe e do clima na empresa é garantia de retorno financeiro

Um resultado extraordinário na empresa é consequência de um ambiente saudável, concorda? E você, quer aprender o que fazer para manter uma boa relação com o mercado e motivar cada vez mais sua equipe para aumentar a produtividade e ter uma melhor performance? Então esse artigo foi feito para você!

Por Eduardo Moraes dia em Maximize Space

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Há alguns dias, conversando com o diretor de uma importante empresa da região, falamos sobre a importância do clima organizacional e do quanto a prática de valores continua sendo um importante recurso para assegurar um ambiente saudável e mais produtivo, tornando-se, claro, uma boa estratégia para aumentar a rentabilidade, já que contribui para melhorar o atendimento e consequentemente gera maior fidelização por parte do cliente uma vez que cria uma boa relação com o mercado, logo, é altamente motivador para o empreendedor.

Um bom exemplo disso é a pesquisa realizada há anos pelo Great Place to Work, baseada em cinco fatores que determinam se uma empresa oferece um bom lugar para se trabalhar, são elas: Credibilidade, equidade (justiça), respeito, orgulho pelo trabalho e se há um ambiente de companheirismo, foi aí que lembrei de uma entrevista concedida por um australiano chamado Ken O’Donnell, especialista no campo do desenvolvimento humano, liderança e presidente do “Instituto Vivendo Valores”, na qual abordava sobre a importância da ética no mundo corporativo respondendo à seguinte pergunta: É possível reinventar as relações de trabalho em qualquer empresa? Como?


Ele falou de uma pesquisa realizada com 57 organizações que passaram a trabalhar fortemente acultura dos valores e na melhoria do clima. Essa empresas cresceram em média, 4 vezes mais em termos de faturamento em relação a empresas do mesmo porte que não cultivavam tais valores. Resultado: Toda boa empresa precisa inovar e o que cria esse ambiente de inovação, é justamente a liberdade de expressão, o respeito, saber escutar, privilegiar idéias e não egos. Nesse sentido, vale a pena ser ético?

Há evidências suficientes para convencer qualquer empresário que vale a pena criar um ambiente mais amigável, onde a criatividade seja incentivada, pois os números justificam. No entanto, onde exatamente esses valores impactam no planejamento estratégico?

Segundo O’Donnell, é preciso considerar a empresa como um iceberg organizacional, na qual tem duas partes, a visível, composta de: Estrutura, sistemas, tecnologias, investimentos, pessoas, lugares, cargos, espaços, prédio matérias-primas, departamentos, pessoas, enfim, no entanto, organizar uma empresa não consiste simplesmente em fazer um rearranjo dessas mesmas coisas, poisa maior parte e mais crítica, e também a mais negligenciada, está justamente onde não se enxerga, é a parte humana onde encontram-se: os sentimentos, as angústias, anseios, sonhos, alegrias e frustrações. E o que é pior,muitas vezes querem expressar suas dificuldades, mas nem sempre encontram espaço para isso.

Daí a importância do coaching nas empresas. Certa vez em um atendimento com uma média gerência, já finalizando a sessão, perguntei se valeu a pena aquele encontro, pasme, a resposta do gestor: “ – Só valeu! Pelo simples fato de ser ouvido, isso por si só já é muito bom!”. Eu, particularmente vejo muitas empresas fazendo verdadeiros, e desnecessários malabarismos para garantir um bom clima, com presentes, premiações, só que muitas vezes com uma visão míope, desinteressada e simplista, como certa vez em que o resultado de uma consultoria apontou que a equipe estava com “o moral” baixo e o vice-presidente tirando por menos mandou fazer uma palestra motivacional e deu um brindezinho para cada um como se fosse a solução para um problema que é mais profundo, ou seja, uma solução simples para a parte visível, mas que só agravava a parte oculta desse iceberg. Também presenciei outros casos em que o gestor, sem conhecer bem o seu melhor funcionário do mês e, até onde se percebe, sem um interesse genuíno por isso, resolveu presenteá-lo em público com uma linda e suculenta caixa de chocolate,o detalhe é que o presenteado não gostava de chocolate. Ferrou!

 
Por outro lado, ao realizar uma sessão de coaching com um importante executivo, perguntei-lhe sobre o que gostaria de receber quando a meta fosse alcançada e, sua resposta foi: “Um reconhecimento por parte do presidente em público, para mim já valeria muito”. Agora lógico, estou citando casos específicos, cada caso é um caso, o importante dessa conversa toda foi a conclusão de que, apesar de todo o avanço tecnológico e da automatização dos processos, esse cara, chamado “Ser Humano”, continua sendo a chave para o sucesso ou fracasso de uma empresa.

Como vai a sua?

Gostou do tema? Tem alguma dúvida ou quer que eu escreva sobre algum assunto em especial? Envie sua opinião para o e-mail eduardo.moraes@maximizedesenvolvimentos.com.br e você poderá fazer parte do nosso próximo artigo..

 

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